Mas traí e neguei meus alicerces. Coloquei o amor dos meus filhos e de minha esposa debaixo do tapete das minhas atividades e preocupações. Dei tudo para eles, mas esqueci de dar o que para mim era um detalhe, mas para eles era fundamental: a mim mesmo. Meus amigos ficaram em terceiro plano, meus sonhos em último. Como é possível ser um bom pai, um bom amante e um bom amigo, se as pessoas que amamos estão fora da nossa agenda? Só um hipócrita acreditaria nisso. Fui um hipócrita, um notável hipócrita que muitos admiravam e em quem se espelhavam. O tempo furtou sua presença, mas jamais furtará o amor que sinto por você.
[ Trecho do livro O Vendedor de Sonhos de Augusto Cury - Adaptado ]
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
sabia que seria estranho, talvez até contraditório, mas eu acreditava nas pessoas, mesmo sabendo que elas não mereciam. foi ruim as vezes em que quebrei a cara e que fingi não me importar, mas no fundo, eu sempre soube que aquilo me machucava. certas futilidades ocuparam meu tempo e destruíram alguns de meus dias, eu nunca me conformei com a forma como as coisas que nos fazem bem, trazem um certo peso consigo, é como se nada pudesse ser perfeito, como se tudo tivesse um risco e uma decepção. eu estive muito bem, sorri muito e hoje eu ainda tenho momentos bons, acredito que por pior que a nossa vida esteja, sempre conseguiremos encontrar um bom motivo para se ver feliz, nem que seja um dia, ou outro.
talvez esse negócio de modernidade tenha assustado um pouco a espécie que, até então, era chamada de racional. hoje existem várias dessas maquinas que pensam por nós, que fazem o entretenimento dos nossos dias e que até fazem nossas obrigações profissionais. isso tudo nos deixou até mal acostumados. mas, na realidade, eu não estou tão satisfeito com as tecnologias não. ainda estou esperando pela maquina que vai suprir minhas vontades internas, que vai realizar meus maiores sonhos e desejos, que vai secar minhas lágrimas e esvaziar meu coração quando ele estiver apertado demais. queria que algum desses aparelhos me conectassem com um mundo parelelo, onde eu conseguisse ali entender os sentimentos das pessoas e até mesmo os meus, onde eu pudesse ali descobrir a essência de ser livre, longe de qualquer dependencia emocional, feliz, quem sabe.
mas talvez isso demore, enquanto isso, me contento em decidir minha vida por mim mesmo.
talvez esse negócio de modernidade tenha assustado um pouco a espécie que, até então, era chamada de racional. hoje existem várias dessas maquinas que pensam por nós, que fazem o entretenimento dos nossos dias e que até fazem nossas obrigações profissionais. isso tudo nos deixou até mal acostumados. mas, na realidade, eu não estou tão satisfeito com as tecnologias não. ainda estou esperando pela maquina que vai suprir minhas vontades internas, que vai realizar meus maiores sonhos e desejos, que vai secar minhas lágrimas e esvaziar meu coração quando ele estiver apertado demais. queria que algum desses aparelhos me conectassem com um mundo parelelo, onde eu conseguisse ali entender os sentimentos das pessoas e até mesmo os meus, onde eu pudesse ali descobrir a essência de ser livre, longe de qualquer dependencia emocional, feliz, quem sabe.
mas talvez isso demore, enquanto isso, me contento em decidir minha vida por mim mesmo.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Quem dera eu pudesse navegar
No mar ao vento
Quem dera eu pudesse congelar
E parar, no tempo...
Quando seu coração tinha lugar para nós dois
Não quero nem lembrar do que aconteceu depois
Depois que eu deixei de ser o que você queria
Não pude imaginar que isso aconteceria...
Não vou nunca mais poder ser teu
Eu não sou ninguém sem ter você ao lado meu
Se me pergunto quem eu sou
Sou o que sobrou de quem um dia te amou!
Quem dera eu pudesse rebobinar
O filme, da vida
Quem dera eu pudesse encontrar
Em Teus olhos,a saída...
Me lembro que teu corpo era uma extensão do meu
Me lembro que havia amor atrás dos olhos teus
Quando cantava serenatas com rosas na mão
No tempo em que eu não sabia o que era solidão... Quando eu estou em meio a uma multidão
Ou em uma ilha sozinha
Em silêncio ou falando muito alto
Desejando que eu estivesse em outro lugar
E eu não consigo acreditar
Você me acertou rápido e forte
Quando você se voltou pra mim e disse
Nunca mude o seu jeito de ser
Tentando pegar seu olhar
As coisas nunca vão ser as mesmas
Agora eu não posso negar
Você é a mariposa e eu a chama
Lá vou eu de novo
Eu deveria andar antes de correr
Como posso explicar
Eu não posso parar com o que você começou
Eu estou caindo em frente à porta
Voando através do chão
Quando você olha pra mim
Repentinamente tudo fica claro
Você está queimando meus sonhos
Louco como parece
Eu não quero estar em qualquer lugar, mas aqui
Qualquer lugar mas aqui
No mar ao vento
Quem dera eu pudesse congelar
E parar, no tempo...
Quando seu coração tinha lugar para nós dois
Não quero nem lembrar do que aconteceu depois
Depois que eu deixei de ser o que você queria
Não pude imaginar que isso aconteceria...
Não vou nunca mais poder ser teu
Eu não sou ninguém sem ter você ao lado meu
Se me pergunto quem eu sou
Sou o que sobrou de quem um dia te amou!
Quem dera eu pudesse rebobinar
O filme, da vida
Quem dera eu pudesse encontrar
Em Teus olhos,a saída...
Me lembro que teu corpo era uma extensão do meu
Me lembro que havia amor atrás dos olhos teus
Quando cantava serenatas com rosas na mão
No tempo em que eu não sabia o que era solidão... Quando eu estou em meio a uma multidão
Ou em uma ilha sozinha
Em silêncio ou falando muito alto
Desejando que eu estivesse em outro lugar
E eu não consigo acreditar
Você me acertou rápido e forte
Quando você se voltou pra mim e disse
Nunca mude o seu jeito de ser
Tentando pegar seu olhar
As coisas nunca vão ser as mesmas
Agora eu não posso negar
Você é a mariposa e eu a chama
Lá vou eu de novo
Eu deveria andar antes de correr
Como posso explicar
Eu não posso parar com o que você começou
Eu estou caindo em frente à porta
Voando através do chão
Quando você olha pra mim
Repentinamente tudo fica claro
Você está queimando meus sonhos
Louco como parece
Eu não quero estar em qualquer lugar, mas aqui
Qualquer lugar mas aqui
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Há quanto tempo não nos falamos, não nos tocamos, não nos vemos.
E, no entanto a sua presença ainda é sensível para mim,
e seu corpo ainda me parece tangível.
Tudo foi um terrível engano, mal entendido se sucederam
num interminável ataque de confusão, histórias que nos levaram a separação, mas para mim tudo é claro.
Em minha mente, tudo já foi explicado e para mim mais
vale passar uma borracha sobre o que houve e recomeçar
nosso relacionamento com maior intensidade. Meu bem, não vacile.
Sei que em sua mente as coisas também já se resolveram,
mas, talvez a insegurança não deixe que você se aproxime de mim.
Venha, vamos nos ver; nos tocar; nos falar;
E sentir que o tempo resolveu nosso maior problema: a distância entre dois corações apaixonados
E, no entanto a sua presença ainda é sensível para mim,
e seu corpo ainda me parece tangível.
Tudo foi um terrível engano, mal entendido se sucederam
num interminável ataque de confusão, histórias que nos levaram a separação, mas para mim tudo é claro.
Em minha mente, tudo já foi explicado e para mim mais
vale passar uma borracha sobre o que houve e recomeçar
nosso relacionamento com maior intensidade. Meu bem, não vacile.
Sei que em sua mente as coisas também já se resolveram,
mas, talvez a insegurança não deixe que você se aproxime de mim.
Venha, vamos nos ver; nos tocar; nos falar;
E sentir que o tempo resolveu nosso maior problema: a distância entre dois corações apaixonados
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Permanecerei aqui, onde sempre estive...Sem ir e vir, mantendo sempre os pés no chão. São desnecessários esses movimentos grandes demais, essas mudanças radicas... Fingir ser uma coisa que na verdade você não é pra tentar se crescer de alguma forma, não vale a pena errar por pensamentos pequenos. Pra que gritos se você sempre volta atrás? [...]
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Não terá mais noites, nem dias, nem horas. O tempo acabou e tudo que lhe resta é despedir de todos, e tudo. Acabou, fim da linha, e depois, o que acontece? Passam horas, dias e noites, o relógio volta a funcionar e parece ser mais feliz. Acabou de novo, voltar a fita não dá mais, acabou de acabar. O tempo que ajuda, o tempo que atrapalha, o tempo que dá e que tira. O tempo que ilude e em seguida nos acorda, nos sacode, nos joga contra a parede e dá um tapa na cara até sangrar. Voltou o verdadeiro sorriso, voltou os braços para cima pra dizer obrigada – começou de novo. De repente alguém roubou o tempo: acabou de acabar.
terça-feira, 11 de maio de 2010
O homem é fraco por natureza, somos fácilmente levados a tomar atitudes em função de uma ilusão para se esconder da dura verdade, tomando esse caminho vamos ganhando um falsa impressão de que está tudo bem, até o cerco fechar e a verdade vier a tona novamente. O caminho mais dificil muitas vezes é o mais certo, o fato de nascermos fracos não significa que devemos viver e morrer da mesma forma! Cabe a cada um escolher assumir ou não tal natureza!
Assinar:
Comentários (Atom)