segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Deitou-se, ao invés de adormecer com nos outros dias, revirou-se para lá e para cá, esperava que encontrasse respostas para tais perguntas; ainda não se perdoara pelos feitos da noite passada, tentava enxergar uma luz ao fim do túnel, mas não encontrara solução ou ao menos indícios do mesmo. Mas, olhava a paisagem da janela lateral; admirava e agradecia, por saber quê de certo modo não estava sozinha naquele cúbiculo ! O reflexo da lua irradiava seu coração, as árvores que lá fora cantavam suavemente a fizera rir de certo modo; derrepente seus olhos brilhavam e as respostas começavam à surgir; de agora em diante ela seguira sem medo de arriscar-se e ir em frente (...)
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