Me chamo Eduardo, namorei por três anos. Quando conheci a Paula , ambos tinhamos 17 anos. Nos três primeiros meses era mil maravilhas. Nossa! Depois se tornou um inferno. Ela era muito ciumenta, começou a dar escândalos. Brigava por motivo fúteis. O problema era que eu amava muito ela. Fazia de tudo por ela, achando que um dia tudo iria mudar. Terminamos e voltamos por várias vezes. Chegou um ponto que brigavamos por qualquer motivo. Decidimos realmente que não iria mais dar certo e terminamos definitivamente. Eu fiquei muito mal em casa , não tinha vontade de sair , não conseguia dormir. Passou sete dias, não aguentei e liguei para a casa dela. No meio da conversa ela falou que tinha saído com um cara e tinha ficado com ele , para me esquecer. Nunca irei esquecer aquele momento ao telefone. Parecia que alguém tinha colocado uma faca no meu coração, contive as lágrimas ao telefone e mantive a voz, serena, falei que não tinha problema e que nunca mais iria procurar ela. Desliguei o telefone e me dirigi ao quarto parecia que mais nada nesta vida tinha sentido, não consegui dormir naquela noite. Os dias foram passando e a dor só piorando. Meu rendimento no trabalho caiu muito, eu não me importava com mais nada. Ao chegar em casa tinha vontade de ligar, meu orgulho não deixava. Quando ia dormir rezava muito para eu esquecer aquele amor que só me dava tristeza. Não adiantava. Os quinze primeiros dias foram terrivéis. Mas depois o coração foi se adaptando. Consegui deixar as emoções de lado e comecei a pensar nos fatos, fui assimilando melhor e tudo foi passando. Até voltar ao nomral, Claro, quem as vezes não tem recaída de pensamentos pela ex? Isso é normal. Depois de três meses, adivinha quem me liga?! Era ela! Meu coração bateu mais forte, tinha sido pego de surpresa, passou mil coisas na cabeça em frações de segundos. Tive vontade de chorar e rir ao mesmo tempo. Voltei a realidade, sem nenhuma empolgação, minha voz ficou serena, conversei normalmente mais nada de intimidades , estava sendo seco. Em um certo momento ela pede para conversar comigo pessoalmente, porque ainda me amava. Meus olhos encheram de lágrimas, meu coração sabia que eu iria sofrer então do nada comecei a cantar a seguinte música: " Cuide bem do seu amor , seja quem for.." Ela começou a chorar no telefone. comecei a chorar também , mais continuei cantando e escutando ela suplicando e pedindo para voltar , pois ela sabia que tinha errado muito e que tinha perdido a pessoa que mais valorizava ela. Meu coração não teve outra saída a não ser desligar o telefone na cara dela. Decidi então naquele mesmo dia..tirar umas férias. Dois dias depois estava na praia sozinho sentado na areia e olhando as ondas. Era um final de tarde, aquilo tudo era tão bom estava me sentindo muito bem. Quando toca o celular era minha mãe dizendo que minha ex tinha sido encontrada morta, suícidio. Ao lado dela foi encontrado uma carta onde dizia: Pai e mãe, eu amo muito vocês, não fiquem triste por mim, pois a vida não tem mais sentido. Eu tive a pessoa mais importante no mundo nas minhas mãos e deixei escapar. Eu amo muito o Dudu e amarei eternamente, sei que ele não me quer mais. Calma mamãe, calma papai, não fiquem bravos com ele. Eu sou a culpada eu tratava ele como se fosse um qualquer. Quando terminamos descobri que ele era tudo pra mim.Tenho um recado e quero que vocês passem para todos os jovens desse mundo.
Cuide bem do seu amor, seja quem for.
(autor desconhecido)
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Existem coisas que hora ou outra cansam, você enjoa de ouvir reclamações, críticas, gritos, enjoa de discussões, falsidade, e definitivamente, seus planos, devaneios e sua felicidade vão ecoando, por ruas e avenidas. Não é bom saber que isso aconteceu comigo a pouco. Uma sensação ruim vem me predominando, não de tristeza, confesso que a felicidade tem me encontrado geralmente, mas sim, uma dor, uma preocupação, um arrepio frio, uma vontade de ser feliz longe daqui.
Alguns motivos me prendem a este lugar, deposito aqui todas as minhas angústias, os meus anseios, minhas loucuras, meu ódio, transformo tudo em palavra, cada ínfima tentativa frustrada, vira frase ao em vez de lágrima, cada lágrima vira sorriso, e é assim que eu vou vivendo.
Eu não gosto do clichê, e aprendi quando tenho que ficar quieta, o diálogo pode resolver tudo, mas tem hora para conversar, as vezes me perco em uns pensamentos, e noto que passei muito tempo pensando em ajudar os outros, absorvendo os problemas deles, e esquecendo os meus, por um segundo, ví que antes de ajudar alguém, a gente deve perguntar para nós mesmos "Eu preciso de ajuda?" se sim, então antes, irei ajudar a mim mesmo(a), isso não é egoísmo, é deixar de omitir para sí o que você vem sentindo, quando não temos forças para lidar com a nossa própria vida, é muito difícil colaborar com algo na de alguém. Vez ou outra alguém que amamos se encontra em uma situação desagradável, complicada, e infelizmente por mais que nossa vontade seja ajudar, existem ocasiões onde tentar ajudar só piora, tem dias que só precisamos ficar em paz, sozinhos, sem ouvir vozes, reclamações, gargalhadas, portanto, hoje o que tenho a pedir é, silêncio.
"Mas eu sei que devo seguir em frente, embora doa eu devo ser forte, porque dentro de mim, eu sei que muitos sentem-se desse jeito.." (Creed - Dont Stop Dancing ♪)
Alguns motivos me prendem a este lugar, deposito aqui todas as minhas angústias, os meus anseios, minhas loucuras, meu ódio, transformo tudo em palavra, cada ínfima tentativa frustrada, vira frase ao em vez de lágrima, cada lágrima vira sorriso, e é assim que eu vou vivendo.
Eu não gosto do clichê, e aprendi quando tenho que ficar quieta, o diálogo pode resolver tudo, mas tem hora para conversar, as vezes me perco em uns pensamentos, e noto que passei muito tempo pensando em ajudar os outros, absorvendo os problemas deles, e esquecendo os meus, por um segundo, ví que antes de ajudar alguém, a gente deve perguntar para nós mesmos "Eu preciso de ajuda?" se sim, então antes, irei ajudar a mim mesmo(a), isso não é egoísmo, é deixar de omitir para sí o que você vem sentindo, quando não temos forças para lidar com a nossa própria vida, é muito difícil colaborar com algo na de alguém. Vez ou outra alguém que amamos se encontra em uma situação desagradável, complicada, e infelizmente por mais que nossa vontade seja ajudar, existem ocasiões onde tentar ajudar só piora, tem dias que só precisamos ficar em paz, sozinhos, sem ouvir vozes, reclamações, gargalhadas, portanto, hoje o que tenho a pedir é, silêncio.
"Mas eu sei que devo seguir em frente, embora doa eu devo ser forte, porque dentro de mim, eu sei que muitos sentem-se desse jeito.." (Creed - Dont Stop Dancing ♪)
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Eu ainda me lembro daqueles planos, que vastos, se espalharam por ruas e avenidas, dos planos, da escolha das cores para as paredes de uma futura casa, do nome para o futuro filho, ainda me lembro de cada detalhe, que sem ser consolidado, se perdeu, me lembro muito bem, das conversas, apelidos, discussões, quantas vezes eu esqueci? Guardei no fundo da memória, para dizer, EU NEM ME LEMBRO MAIS, quantas vezes atropelamos as barreiras da amizade, do amor, e partimos para insegurança?
Ainda me lembro muito bem, de você imitando meu sotaque, perguntando o que eu comi, com quem andei, para onde fui, me lembro dos conselhos para vida e até mesmo para o colégio, eu já era acostumada a te ter disponível sempre que eu precisava, meu destino, meu futuro, tudo isso? Eu tinha te entregado.
Me lembro que em um dia 31 de algum mês te conheci, me lembro a roupa que eu usava, as palavras que eu usei, ah, faz pouco tempo. Me pergunto de onde vem essa apatia, que a princípio, nunca foi presente em nós.
O tempo que agora decorre, deixa lágrimas, tristeza, e até nostalgia, os momentos sempre excepcionais, e com toda a discrição perdida, estes também se perderam, não sei ao certo em qual dimensão, mas sei que se perderam.
Fica por aqui, um silêncio, uma ausência, uma dor.
Um silêncio que não vem de agora, ele já estava presente, quando você ouvia a minha respiração, e tentava descobrir o que eu sentia, sabia que de você eu esperava palavras que me confortassem, mas assim não foi, e por vezes meu coração acelerou, bateu tão rápido, que daí, você sentiria o meu pulsar, aquele silêncio de fato, não me incomodava, porque eu sabia que estava tudo ali, e mesmo que em silencio, eu conseguia entrar em sua mente (...)
Agora que este me incomoda, não consigo quebrá-lo, este silêncio ficou persistente, consigo até compreender que aconteceu com o dialogo, porém não consigo entender que você partiu, com a intenção de nunca mais voltar.
Sua ausência, nunca foi algo tomado como possível em minha vida, os ponteiros do relógio, continuam a andar, o tempo vai passando, e o silêncio e ausência, ainda por si, permanecem.
E por mais que e tente por na minha cabeça, que tudo isso são coisas imaginárias, que a pessoa que eu conheci, em qualquer circunstância não me deixaria, que esquecer era a solução, é impossível, me dói cada partícula de sentimento, que venho nutrindo por ti, dói muito, e sempre.
Preciso de ti para me ver completa, preciso de ti para ser eu, esqueci de como era quando, eu era apenas eu, me lembro exatamente dos passos dados, pelo tempo em que você, era a melhor parte de mim,mas mesmo assim, preciso muito de mim mesma, a cada segundo, não digo que ando infeliz, com algo que rasga a todo tempo por dentro, mas digo que algo falta, que cada parte de mim, é importante.
Talvez não serão palavras bem ou mal colocadas, que vão te fazer pensar melhor, você com essa mania de opinião formada, "ninguém muda, ninguém manda, ninguém, ninguém" ainda há de entender. Ainda assim, por ai, estou vagando, entre ruas e avenidas, juntamente com as lembranças. O que resta? Resta a esperança. Esperança, nunca sentida, que faz questão de não partir. Cada ínfima tentativa de um mero contato, já é muito, o pouco para mim não é bobagem, por menor que seja, é um indício, quando se ama, tudo é importante.
"e fizesse parar de chover, nos primeiros erros (8
Ainda me lembro muito bem, de você imitando meu sotaque, perguntando o que eu comi, com quem andei, para onde fui, me lembro dos conselhos para vida e até mesmo para o colégio, eu já era acostumada a te ter disponível sempre que eu precisava, meu destino, meu futuro, tudo isso? Eu tinha te entregado.
Me lembro que em um dia 31 de algum mês te conheci, me lembro a roupa que eu usava, as palavras que eu usei, ah, faz pouco tempo. Me pergunto de onde vem essa apatia, que a princípio, nunca foi presente em nós.
O tempo que agora decorre, deixa lágrimas, tristeza, e até nostalgia, os momentos sempre excepcionais, e com toda a discrição perdida, estes também se perderam, não sei ao certo em qual dimensão, mas sei que se perderam.
Fica por aqui, um silêncio, uma ausência, uma dor.
Um silêncio que não vem de agora, ele já estava presente, quando você ouvia a minha respiração, e tentava descobrir o que eu sentia, sabia que de você eu esperava palavras que me confortassem, mas assim não foi, e por vezes meu coração acelerou, bateu tão rápido, que daí, você sentiria o meu pulsar, aquele silêncio de fato, não me incomodava, porque eu sabia que estava tudo ali, e mesmo que em silencio, eu conseguia entrar em sua mente (...)
Agora que este me incomoda, não consigo quebrá-lo, este silêncio ficou persistente, consigo até compreender que aconteceu com o dialogo, porém não consigo entender que você partiu, com a intenção de nunca mais voltar.
Sua ausência, nunca foi algo tomado como possível em minha vida, os ponteiros do relógio, continuam a andar, o tempo vai passando, e o silêncio e ausência, ainda por si, permanecem.
E por mais que e tente por na minha cabeça, que tudo isso são coisas imaginárias, que a pessoa que eu conheci, em qualquer circunstância não me deixaria, que esquecer era a solução, é impossível, me dói cada partícula de sentimento, que venho nutrindo por ti, dói muito, e sempre.
Preciso de ti para me ver completa, preciso de ti para ser eu, esqueci de como era quando, eu era apenas eu, me lembro exatamente dos passos dados, pelo tempo em que você, era a melhor parte de mim,mas mesmo assim, preciso muito de mim mesma, a cada segundo, não digo que ando infeliz, com algo que rasga a todo tempo por dentro, mas digo que algo falta, que cada parte de mim, é importante.
Talvez não serão palavras bem ou mal colocadas, que vão te fazer pensar melhor, você com essa mania de opinião formada, "ninguém muda, ninguém manda, ninguém, ninguém" ainda há de entender. Ainda assim, por ai, estou vagando, entre ruas e avenidas, juntamente com as lembranças. O que resta? Resta a esperança. Esperança, nunca sentida, que faz questão de não partir. Cada ínfima tentativa de um mero contato, já é muito, o pouco para mim não é bobagem, por menor que seja, é um indício, quando se ama, tudo é importante.
"e fizesse parar de chover, nos primeiros erros (8
domingo, 5 de setembro de 2010
Qual foi a última coisa que te fez gritar de alegria e te deixou quase bêbado(a) de felicidade, quase louco(a), que te tirou os pés do chão e te fez correr em círculos sem motivo? Qual foi mesmo MESMO a última coisa que, de tão feliz que era não soube descrever, que quase te fez chorar e te deu um aperto no peito mas ao contrário, de tão boa?
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Eu não sei fazer as coisas certas. Meu travesseiro sempre vence, eu sempre fujo dos exercícios de manhã. As vezes eu me sinto muito incompetente por não saber cozinhar, e sempre fazer as coisas de uma maneira que todo mundo reclama. Eu queria ser uma nerd filhadaputa que passa o dia estudando, e sente remorso ao passar um dia com o namorado. Odeio decepcionar os outros, odeio fazer papel de chata, odeio quando gritam comigo. eu falo demais, eu falo de menos. Eu queria ter menos ciúmes, a minha insegurança é alimentada sete vezes por dia, a minha força de vontade e o meu ego morreram de fome. os meus amigos são tudo na minha vida e eu gosto de achar as nuvens bonitas. Eu gosto de beijos roubados, e surpresas. queria me sentir tão amada 24 hs por dia, e nunca duvidar de ninguém, principalmente dos meus amigos. Eu lembro de um abraço, e de uma música de melhores amigas. Eu gosto de mergulhar de cabeça nas coisas, mas nunca tive a oportunidade disso acontecer e não se misturar com sofrimento. Eu não gosto de ter que controlar sentimentos. Mentiras sinceras não me interresam mais. Eu não gosto que me esqueçam. Eu queria ser mais sincera e engolir menos coisas a seco. Eu choro por nada, e por tudo ao mesmo tempo e eu quase nunca sei explicar o motivo das lágrimas. O meu coração sempre fala mais alto que a minha razão. Aliás, MUITO mais alto.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Tentava dormir mas me lembrava de nós.
Todos os gritos e as loucuras cometidas durante aquela noite de verão, estávamos quase no dia onze de julho e as lembranças pareciam do dia anterior.
Doeu demais saber que você precisou ir e nem me deu um argumento melhor do que 'a gente precisa disso para mais cedo ou mais tarde sorrir.'
Passaram alguns dias e você voltou aqui, violão na mão, música na cabeça, nada afinado, nada coerente, lágrimas no olhar com toda certeza apaixonado.
Eu queria lhe dizer que minha vida mudou, hoje eu já tinha outros planos, outro amor, essa coisa toda de quem quer ser difícil quando na verdade a vontade é abraçar, beijar e dizer eu aceito antes que lhe digam: - 'Volte?'.
Ainda assim, esperei você concretizar não fiz nada além de cantar contigo o refrão "me abraça, me aceita, me aceita assim, meu amor...♪" Você colocou de lado o instrumento e questionou: -'Aceita?'
Eu com o coração na mão, intrigada, questionei também: -'por que foi? Por que voltou?'. Você permaneceu em silêncio, eu senti amor naquilo. Me abraçou, choramos e isso bastou, porque quando é amor, basta. Qualquer demonstração leve de carinho, vale por um mundo inteiro.
Todos os gritos e as loucuras cometidas durante aquela noite de verão, estávamos quase no dia onze de julho e as lembranças pareciam do dia anterior.
Doeu demais saber que você precisou ir e nem me deu um argumento melhor do que 'a gente precisa disso para mais cedo ou mais tarde sorrir.'
Passaram alguns dias e você voltou aqui, violão na mão, música na cabeça, nada afinado, nada coerente, lágrimas no olhar com toda certeza apaixonado.
Eu queria lhe dizer que minha vida mudou, hoje eu já tinha outros planos, outro amor, essa coisa toda de quem quer ser difícil quando na verdade a vontade é abraçar, beijar e dizer eu aceito antes que lhe digam: - 'Volte?'.
Ainda assim, esperei você concretizar não fiz nada além de cantar contigo o refrão "me abraça, me aceita, me aceita assim, meu amor...♪" Você colocou de lado o instrumento e questionou: -'Aceita?'
Eu com o coração na mão, intrigada, questionei também: -'por que foi? Por que voltou?'. Você permaneceu em silêncio, eu senti amor naquilo. Me abraçou, choramos e isso bastou, porque quando é amor, basta. Qualquer demonstração leve de carinho, vale por um mundo inteiro.
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