terça-feira, 22 de setembro de 2009

As vezes o absurdo que se eleva, não se multiplica em absurdo nenhum, coisas das quais não há como distinguir, nem ao menos definir. Quando penso nisso, não penso em mais nada, a solidão faz ferimentos dos quais aprecio, o arriscar, o colocar tudo a perder, não há mais só o tanto faz! Esse silêncio já me condenou o suficiente, os mutantes da janela olham e não me deixam respirar, os arrepios da castidade que já não são mais normais, realmente essas palavras observadas com paciência faz todo sentido do mundo...Virtudes escondidas, apenas essa angústia á tona, porém tanto faz, já não faz diferença alguma. A torturação de um sorriso em plena luz, em mais um dia, continuarei aqui; os livros abrem bem na página da condenação, não me diga depois o porque, nem me diga explicações, nenhuma delas me interessa, nenhuma.As horas, não passam, mas de alguma forma o tempo congela em minhas mãos, nas paredes as marcas de minha solução, no relógio as marcas do destino.Não faz sentido algum essas linhas alucinantes!

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