quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
'[...] sabemos que o que bate no peito é o coração, que o nariz nada mais é que a extremidade de um tubo que sai do corpo para levar oxigênio aos pulmões. O rosto nada mais é que o painel em que terminam todos os mecanismos físicos: a digestão, a visão, a audição, a respiração, a reflexão [...] cada um de nós sabe que a alma nada mais é que a atividade da matéria cinzenta no cérebro. A dualidade entre a alma e o corpo foi dissimulada por termos científicos e, hoje, não passa de um preconceito fora de moda que só nos faz rir.Mas basta amar loucamente e ouvir o ruído dos intestinos para que a unidade da alma e do corpo, ilusão lírica da era científica, imediatamente se dissipe [...]'
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