Pode ser leve, doce, lindo e quase perfeito. Talvez seja um pecado doce, luxúria ou só amor. Eu preciso lhe dizer, muito, muito mesmo, então não apareça até eu desistir, vai ser bem melhor assim.
Nós podemos ser 'para sempre', eu posso cuidar de você e você me fazer sorrir, poderemos ter um filho, um animal de estimação e um álbum de casamento. Não! A gente não pode, não podemos nada, porque vai ser melhor, bem melhor para ti
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Levantei meio indisposta. Não quis atender o telefone que tocava, e o toque aos poucos começou a me irritar, tirei o fio, deitei na cama, e fiquei ouvindo música, entre músicas e lágrimas, livros e uma interpretação bem ruim. O dia estava chuvoso, o ânimo também, talvez o sol tivesse levado tudo que existia de bom, vai saber.
Caminhei pela casa, o ar estava pesado, saí um pouco, uma volta por essas ruas desconhecidas era tudo que eu podia fazer, cheguei em casa e fiquei sabendo de pequenas novidades, grandes talvez, não me incluiam, isso não era surpresa, nesse dia não, acordei com ar de indiferente, talvez eu dormisse assim também.
A essa hora eu já estava meio embriagada, não conseguiria continuar lendo, nem sorrindo pra disfarçar - o que era pior. Não conseguia mais andar, pois um passo ia de encontro com o outro, sempre tropeçando, não dava pra fazer mais nada a não ser dormir. Dormir para ver se tudo passava, dormir para tentar acordar sorrindo, dormir para ver se eu ficava melhor, e saber que isso não aconteceria, me fazia dormir sem esperanças (...)
Caminhei pela casa, o ar estava pesado, saí um pouco, uma volta por essas ruas desconhecidas era tudo que eu podia fazer, cheguei em casa e fiquei sabendo de pequenas novidades, grandes talvez, não me incluiam, isso não era surpresa, nesse dia não, acordei com ar de indiferente, talvez eu dormisse assim também.
A essa hora eu já estava meio embriagada, não conseguiria continuar lendo, nem sorrindo pra disfarçar - o que era pior. Não conseguia mais andar, pois um passo ia de encontro com o outro, sempre tropeçando, não dava pra fazer mais nada a não ser dormir. Dormir para ver se tudo passava, dormir para tentar acordar sorrindo, dormir para ver se eu ficava melhor, e saber que isso não aconteceria, me fazia dormir sem esperanças (...)
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
“Eu devo reconhecer que ninguém me conhece. Não realmente. Os que mais sabem não sabem da metade. Não deixo todos os segredos escaparem de mim, não mesmo. Uma delicadeza com os outros, eu diria, pois não quero assustar as pessoas com meu passado. Em especial aquelas que continuaram gostando de mim após o pouco que souberam. Mesmo porque aquela que fez aquilo, não está mais aqui. Eu sou literalmente outra.”
domingo, 26 de setembro de 2010
Recordar é viver, já diz a antiga e velha frase clichê.
Quando recordamos trazemos para nós aquele momento vivido. Uma sensação de conforto, segurança, que quando é um momento feliz, pode até se espelhar na lágrima que escorre enquanto se lembra. E quando esse momento lembrado deveria ser um momento esquecido? Não se manda na mente, nem no coração. Onde mandamos então? Será que somos escravos, que vivemos e seguimos cada pensamento e sentimento que temos? Na verdade nossa única força contra eles é o livre arbítrio para poder seguir a risca, sem temores, sem medos, sem timides. Podemos escolher se queremos viver pensando, ou queremos viver sentindo, somos somente escravos de nós mesmos, de nossos próprios medos. Você poder ter controle sobre o que quiser, pode se achar forte o tempo todo. Sua mente te pedirá isso, e você obedecerá. Ninguém atingirá a perfeição, mais poder chegar próximo, tenho como não ser de mal algum a alguém. Só sei que vou poder olhar no espelho, e dizer: Ei, eu conheço você. Por fim, olhe em meus olhos, e me diz o que vê, se acasso conseguir.
Quando recordamos trazemos para nós aquele momento vivido. Uma sensação de conforto, segurança, que quando é um momento feliz, pode até se espelhar na lágrima que escorre enquanto se lembra. E quando esse momento lembrado deveria ser um momento esquecido? Não se manda na mente, nem no coração. Onde mandamos então? Será que somos escravos, que vivemos e seguimos cada pensamento e sentimento que temos? Na verdade nossa única força contra eles é o livre arbítrio para poder seguir a risca, sem temores, sem medos, sem timides. Podemos escolher se queremos viver pensando, ou queremos viver sentindo, somos somente escravos de nós mesmos, de nossos próprios medos. Você poder ter controle sobre o que quiser, pode se achar forte o tempo todo. Sua mente te pedirá isso, e você obedecerá. Ninguém atingirá a perfeição, mais poder chegar próximo, tenho como não ser de mal algum a alguém. Só sei que vou poder olhar no espelho, e dizer: Ei, eu conheço você. Por fim, olhe em meus olhos, e me diz o que vê, se acasso conseguir.
sábado, 25 de setembro de 2010
E você? Que raios me ensinou?. Mas hoje, posso dizer que foi você quem me ensinou a lição mais importante da minha vida: você me ensinou a sofrer. Eu nunca, nunca, em dezoito anos de vida, tinha sofrido. Nunca. Claro, eu odiava ver meus pais quebrando o pau quando era criança, mas eu lembro que eu, pequenininha, pensava: um dia um príncipe vai me levar para longe dessa casa com gente louca que fuma demais, berra demais, desmaia e chuta vasos. Eu sofri também na escola, quando para alguém me enxergar eu tinha de promover bizarrices. Mas eu era muito nova para me separar das bizarrices e acabava também chamando a minha atenção: será que eu sou bizarra? Depois, em casa, quando eu dobrava direitinho o uniforme para o dia seguinte e me sentia um papel de parede bege que ninguém entende pra que serve, eu pensava: um dia um príncipe vai me levar pra longe dessa falta de vida, dessa falta de beleza, dessa falta de compreensão, dessa falta de cor, dessa falta de sei lá o que porque eu era novinha demais pra saber o que faltava. Esperar o raio do príncipe sempre disfarçou minha dor, sempre me refugiou dela. Mas quando você, me mandou seguir meu caminho sozinha, fiquei sem saber como fugir da dor. Você era meu príncipe. Depois de tantos amores estranhos, pequenos, errados e tortos, finalmente eu tinha reconhecido no seu olhar centralizado e no seu sorriso espalhado, o meu príncipe. E o meu príncipe estava me dando o fora. Que porra eu ia esperar da vida agora? Quem iria me levar para longe se você não me queria mais por perto? Não teve como. Foi a primeira vez na vida que não consegui me enrolar e acabei deixando a dor vencer. Pela primeira vez a realidade falou mais alto que a fantasia. Pela primeira vez a realidade da sua ausência falou mais alto que a fantasia de anos a sua espera. E você podia recusar minha incapacidade de me sentir amada e me amar de novo, ou ao menos se divertir infinitamente e novamente pulando na areia comigo. Sofri pra caralho, como diz por aí quem sofre pra caralho. Mais do que livros cabeças, músicas bacanas, frases inteligentes, lugares descolados ou posições sexuais, você me ensinou o que realmente importa aprender nessa vida: que a vida pode ser uma grande, imensa e gigantesca merda. É, ela pode ser. E que não existe porra de príncipe porra nenhuma. Que nem ninguém e nem nada pode te levar para longe de nada. É isso e pronto. E é assim pra todo mundo. E pronto. Qual o drama? A dor infinita dos dias infinitos que vieram depois do dia em que você se foi pra sempre veio misturada com toda a dor que eu não senti em todos esses anos. A dor do seu pé na bunda trouxe vasos jogados, bitucas eternas de cigarros em longas discussões pesadas, tardes perdidas em odiar o mundo, cabeças viradas, corredores frios, papéis de parede beges e grupinhos festivos e fechados.A nossa dor acabou sendo toda a dor que fazia fila em mim para ser sentida.
E pra te falar ainda mais a verdade, eu acho mesmo que você foi o príncipe que eu esperei a vida inteira. Você chegou e me levou embora. Levou embora a menina que tinha medo de sentir a vida e esperava uma salvação para tudo. Quem sobrou é essa desconhecida que se conhece muito bem em suas bizarrices, lê jornais todos os dias, substituiu o bege pela cor do verão, tem uns pais gente boa ainda que malucos, adora os poucos e estranhos amigos, não espera mais pelo cavalo branco mas fica ansiosa pelo início da novela e talvez esteja pronta para amar de verdade. Amar um homem e não um príncipe.
E pra te falar ainda mais a verdade, eu acho mesmo que você foi o príncipe que eu esperei a vida inteira. Você chegou e me levou embora. Levou embora a menina que tinha medo de sentir a vida e esperava uma salvação para tudo. Quem sobrou é essa desconhecida que se conhece muito bem em suas bizarrices, lê jornais todos os dias, substituiu o bege pela cor do verão, tem uns pais gente boa ainda que malucos, adora os poucos e estranhos amigos, não espera mais pelo cavalo branco mas fica ansiosa pelo início da novela e talvez esteja pronta para amar de verdade. Amar um homem e não um príncipe.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Se implorar resolvesse, não me importaria. De joelhos, no milho, em espinhos, agachada, com o cofrinho aparecendo.
Uma loucura qualquer, se ajudasse, eu faria com o maior prazer. Do ridículo ao medo:
pularia pelada de bungee jump.
Chorar, se desse resultado, eu acabaria com a seca de qualquer Estado, de qualquer
espírito.
Mas amor não se pede, imagine só.
Ei, seu tonto, será que você não pode me olhar com olhos de devoção porque eu estou
aqui quase esmagada com sua presença? Não, não dá pra dizer isso.
Ei, seu velho, será que você pode me abraçar como se estivéssemos caindo de
uma ponte porque eu estou aqui sem chão com sua presença? Não, você não pode dizer isso.
Ei, monstro do lixo, será que você pode me beijar como um beijo de final de filme porque eu estou aqui sem saliva, sem ar, sem vida com a sua presença? Definitivamente, não, melhor não.
Amor não se pede, é uma pena.
É uma pena correr com pulinhos enganados de felicidade e levar uma rasteira.
É uma pena ter o coração inchado de amar sozinha, olhos inchados de amar sozinha. Um
semblante altista de quem constrói sozinho sonhos.
Mas você não pode, não, eu sei que dá vontade, mas não dá pra ligar pro
desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo aqui, vamos parar com essa estupidez de não me amar
e vir logo resolver meu problema?
Mas amor, minha querida, não se pede, dá raiva, eu sei.
Raiva dele ter tirado o gosto do mousse de chocolate que você amava tanto.
Raiva dele fazer você comer cinco mousses de chocolate seguidos pra ver se, em algum
momento, o gosto volta.
Raiva dele ter tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade imensa em ver crianças sorrindo, a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar.
Ele roubou sua leveza mas, por alguma razão, você está vazia.
Mas não dá, nem de brincadeira, pra você ligar pro cara e dizer: ei, a vida é curta pra sofrer, volta, volta, volta.
Porque amor, meu amor, não se pede, é triste, eu sei bem. É triste ver o Sol e não vê-lo se irritar porque seus olhos são claros demais, são tristes as manhãs que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa.
É triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e você não olha de lado, aquele cheiro
que acalma a busca. Aquele cheiro que dá vontade de transar pro resto da vida.
É triste amar tanto e tanto amor não ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz.
Tanto amor querendo escrever uma história, mas só escrevendo este texto
amargurado.
É triste saber que falta alguma coisa e saber que não dá pra comprar, substituir, esquecer,
implorar.
É triste lembrar como eu ria com ele.
Mas amor, você sabe, amor não se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa?
Ele sabe, ele sabe.
Uma loucura qualquer, se ajudasse, eu faria com o maior prazer. Do ridículo ao medo:
pularia pelada de bungee jump.
Chorar, se desse resultado, eu acabaria com a seca de qualquer Estado, de qualquer
espírito.
Mas amor não se pede, imagine só.
Ei, seu tonto, será que você não pode me olhar com olhos de devoção porque eu estou
aqui quase esmagada com sua presença? Não, não dá pra dizer isso.
Ei, seu velho, será que você pode me abraçar como se estivéssemos caindo de
uma ponte porque eu estou aqui sem chão com sua presença? Não, você não pode dizer isso.
Ei, monstro do lixo, será que você pode me beijar como um beijo de final de filme porque eu estou aqui sem saliva, sem ar, sem vida com a sua presença? Definitivamente, não, melhor não.
Amor não se pede, é uma pena.
É uma pena correr com pulinhos enganados de felicidade e levar uma rasteira.
É uma pena ter o coração inchado de amar sozinha, olhos inchados de amar sozinha. Um
semblante altista de quem constrói sozinho sonhos.
Mas você não pode, não, eu sei que dá vontade, mas não dá pra ligar pro
desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo aqui, vamos parar com essa estupidez de não me amar
e vir logo resolver meu problema?
Mas amor, minha querida, não se pede, dá raiva, eu sei.
Raiva dele ter tirado o gosto do mousse de chocolate que você amava tanto.
Raiva dele fazer você comer cinco mousses de chocolate seguidos pra ver se, em algum
momento, o gosto volta.
Raiva dele ter tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade imensa em ver crianças sorrindo, a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar.
Ele roubou sua leveza mas, por alguma razão, você está vazia.
Mas não dá, nem de brincadeira, pra você ligar pro cara e dizer: ei, a vida é curta pra sofrer, volta, volta, volta.
Porque amor, meu amor, não se pede, é triste, eu sei bem. É triste ver o Sol e não vê-lo se irritar porque seus olhos são claros demais, são tristes as manhãs que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa.
É triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e você não olha de lado, aquele cheiro
que acalma a busca. Aquele cheiro que dá vontade de transar pro resto da vida.
É triste amar tanto e tanto amor não ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz.
Tanto amor querendo escrever uma história, mas só escrevendo este texto
amargurado.
É triste saber que falta alguma coisa e saber que não dá pra comprar, substituir, esquecer,
implorar.
É triste lembrar como eu ria com ele.
Mas amor, você sabe, amor não se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa?
Ele sabe, ele sabe.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
"Hoje acordei inteira. Migalhas? Pedaços? Não, obrigada. Não gosto de nada que seja metade. Não gosto de meio termo. Gosto dos extremos. Gosto do frio. Gosto do quente (depende do momento.) Gosto dos dedinhos dos pés congelados ou do calor que me faz suar o cabelo. Não gosto do morno. Não gosto de temperatura-ambiente. Na verdade eu quero tudo. Ou quero nada. Por favor, nada de pouco quando o mundo é meu. Não sei sentir em doses homeopáticas. Sempre fui daquelas que falam "eu te amo" primeiro. Sempre fui daquelas que vão embora sem olhar pra trás. Sempre dei a cara à tapa. Sempre preferi o certo ao duvidoso. Quero que se alguém estiver comigo, que esteja. Mesmo que seja só naquele momento. Mesmo que mude de idéia no dia seguinte."
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver. Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza.
[Caio Fernando de Abreu]
[Caio Fernando de Abreu]
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
- Essas dores, loucuras, devaneios, geralmente passam? Fica tudo mais fácil?
- A vida?
- É, sabe me dizer como acontece?
- O que você quer ouvir de mim?
- Minta.
- Olhe, se eu te der esse doce e você comer, sua vida ficará mais linda, as pessoas serão mais sinceras, seu sorriso mais frequente, o mundo mais agradável, será anestesiado contra toda e qualquer dor.
- Vamos dividir um?
- A vida?
- É, sabe me dizer como acontece?
- O que você quer ouvir de mim?
- Minta.
- Olhe, se eu te der esse doce e você comer, sua vida ficará mais linda, as pessoas serão mais sinceras, seu sorriso mais frequente, o mundo mais agradável, será anestesiado contra toda e qualquer dor.
- Vamos dividir um?
sábado, 18 de setembro de 2010
um dia me disseram para ter paciência porque a saudade é um sentimento nobre que poucos podem ter... que somente as pessoas que realmente tem capacidade amar podem senti-la. mas infelizmente tudo tem seu preço. porque quem sente saudade é sinal de algo no passado foi inesquecível. é sinal de alguém não apenas passou por sua vida e sim que permanece... e que faz grande falta.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Não me deixe mais paquerar qualquer cara bobo, mal vestido, sem assunto e sem magia só porque preciso de algum bosta me ligando pra me sentir mais mulher. Isso é coisa de gente imoral, de gente com mais medo da solidão do que o auge do meu medo da solidão. Não me deixe mais confundir amor com ego e ficar aprisionada tantos bons anos num rapaz tão comum. Comum ao ponto de eu querer ser tão comum quanto ele só porque, para mim, isso é ser diferente."
Não me deixe mais...
Não me deixe mais...
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Todo mundo tem um dia ruim, todo mundo acorda as vezes com vontade de não levantar, de não sair do quarto, de sumir, de desaparecer um pouco, todo mundo, um dia, tem vontade de viver de boas lembraças, tem vontade de deixar as decepções, as pessoas que fazem mal, e o desanimo. Mas as vezes deixar essas coisas não funciona, ignorar, não altera, e assim, acumula, e acumular, dói, acumular, machuca, acumular, uma hora cansa, acumular, realmente, irrita, uma hora, o limite acaba, a paciência esgota, e aí, as saidas somem, e achar uma porta, em uma sala sem paredes fica difícil.
E enfim, muitas vezes a gente se sobrecarrega, as coisas parecem não se encaixar, de forma nenhuma, dá raiva de quem não erra, de quem erra, de quem faz, de quem não faz, a ignorância alheia, e afins, tudo isso dói, tudo isso, é muito, muito pouco, mas o suficiente, para acabar com alguns dias, o suficiente, para acumular mais um pouco, daquelas coisas ruins, que a gente, anda sentindo...
Dias ruins, todo mundo tem, mas as vezes, cansa, sim, cansa...
E enfim, muitas vezes a gente se sobrecarrega, as coisas parecem não se encaixar, de forma nenhuma, dá raiva de quem não erra, de quem erra, de quem faz, de quem não faz, a ignorância alheia, e afins, tudo isso dói, tudo isso, é muito, muito pouco, mas o suficiente, para acabar com alguns dias, o suficiente, para acumular mais um pouco, daquelas coisas ruins, que a gente, anda sentindo...
Dias ruins, todo mundo tem, mas as vezes, cansa, sim, cansa...
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Não compreendo como querer o outro possa tornar-se mais forte do que querer a si próprio. Não compreendo como querer o outro possa pintar como saída de nossa solidão fatal. Mentira: compreendo, sim. Mesmo consciente de que nasci sozinho do útero de minha mãe, berrando de pavor para o mundo insano, e que embarcarei sozinho num caixão rumo a sei lá o quê, além do pó. O que ou quem cruzo esses dois portos gelados da solidão é vera viagem: véu de maya, ilusão, passatempo. E exigimos o eterno do perecível, loucos.
[Caio F.]
[Caio F.]
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
É hora de acordar, não vá se atrasar! Quem nunca ouviu isso da mãe, da esposa, de alguém? É, mas as vezes não basta abrir os olhos, as vezes é necessário fixar a mente na própria vida, e perguntar a si, "o que eu tô fazendo? O que eu tenho feito?", as vezes a gente precisa de algo que nos faça provocar o desejo de descobrir o que está acontecendo, provocar o desejo de deixar de ouvir aqueles barulhos pavorosos que enlouquecem, e não existe despertador que nos faça levantar, calçar os sapatos e dizer, "É HOJE!" O que existe é vontade mesmo, que vem de dentro, é a percepção de que assim, sem saber, não dá. Mesmo que o estrago seja divertido, quem é que gosta de viver só de sorrisos, chega a parecer ironia, vida que é vida, tem que ter altos e baixos, erros e acertos, e um aprender eterno.
E de repente você acorda, olha no espelho e um brilho nos seus olhos te diz, "Ei, você se apaixonou.", que mal existe nisso? Você não vai mais precisar voltar para casa depois de ter saído com os amigos, tendo em mente que queria ser de alguém, de alguém que não sabe quem, agora você já sabe, basta ir atrás, ou não. Mas o gostoso mesmo de estar apaixonado, é saber que aquela pessoa é exatamente o que você quer, o que você precisa, é aquilo que você sonhara, e dane-se os defeitos, ver aquele alguém te dá uma puta vontade de esquecer um pouco de si para se doar um pouco, de de ir atrás, de quebrar as barreiras, de sair de madrugada, tocar a campainha, e fazer uma declaração, ver aquele alguém entrando na internet, te dá um frio na barriga, e quando ele fala com você, não importa se o tom é doce ou frio, o que importa é que é ele. E se dá tudo certo, aí sim, o brilho dos teus olhos são inapagáveis, agora é isso, você aprendeu a ceder, aprendeu a amar, aprende a viver junto, e um dia, um dia acaba, e sem saber o porquê, você se desfaz. Passam dias, meses, ele te procura, não dizendo que te ama, mas te amando no escuro, um amor vulgarizado, uma conversa fria, sem sentimentos aparentes, te coloca de volta na vida dele, em um cargo que você não queria ocupar, e você? Você aceita, não porque não se dá valor, ou porque é uma idiota, mas porque ele te lembra mistério, e o coração as vezes é burro, e eu sou dessas, meu coração é assim, se apaixona por algo distante, porque casar com o vizinho e ter uma vida inteira previsível já está bem cotado no mercado, casamentos inteligentes estão bem cotados. Coração inteligente procura alguém que mora perto, tem uma renda estável, não viaja, não tira os pés do chão, coração burro não, coração burro, vai atrás, voa sabendo que pode cair, e quando se parece impossível, ainda tem esperanças, mesmo que vá quebrar a cara, coração burro, ah, coração burro quer realizar o impossível, e mostrar que consegue, e são desses que eu sou fã, assim de carteirinha, e não me arrependo, nem um ínfimo arrependimento existe, porque quando é amor para valer, não dá para deixar a luta. E agora? É hora de acordar, não posso me atrasar...
Quando eu falava de essencial, eu não fazia noção do quanto.
E de repente você acorda, olha no espelho e um brilho nos seus olhos te diz, "Ei, você se apaixonou.", que mal existe nisso? Você não vai mais precisar voltar para casa depois de ter saído com os amigos, tendo em mente que queria ser de alguém, de alguém que não sabe quem, agora você já sabe, basta ir atrás, ou não. Mas o gostoso mesmo de estar apaixonado, é saber que aquela pessoa é exatamente o que você quer, o que você precisa, é aquilo que você sonhara, e dane-se os defeitos, ver aquele alguém te dá uma puta vontade de esquecer um pouco de si para se doar um pouco, de de ir atrás, de quebrar as barreiras, de sair de madrugada, tocar a campainha, e fazer uma declaração, ver aquele alguém entrando na internet, te dá um frio na barriga, e quando ele fala com você, não importa se o tom é doce ou frio, o que importa é que é ele. E se dá tudo certo, aí sim, o brilho dos teus olhos são inapagáveis, agora é isso, você aprendeu a ceder, aprendeu a amar, aprende a viver junto, e um dia, um dia acaba, e sem saber o porquê, você se desfaz. Passam dias, meses, ele te procura, não dizendo que te ama, mas te amando no escuro, um amor vulgarizado, uma conversa fria, sem sentimentos aparentes, te coloca de volta na vida dele, em um cargo que você não queria ocupar, e você? Você aceita, não porque não se dá valor, ou porque é uma idiota, mas porque ele te lembra mistério, e o coração as vezes é burro, e eu sou dessas, meu coração é assim, se apaixona por algo distante, porque casar com o vizinho e ter uma vida inteira previsível já está bem cotado no mercado, casamentos inteligentes estão bem cotados. Coração inteligente procura alguém que mora perto, tem uma renda estável, não viaja, não tira os pés do chão, coração burro não, coração burro, vai atrás, voa sabendo que pode cair, e quando se parece impossível, ainda tem esperanças, mesmo que vá quebrar a cara, coração burro, ah, coração burro quer realizar o impossível, e mostrar que consegue, e são desses que eu sou fã, assim de carteirinha, e não me arrependo, nem um ínfimo arrependimento existe, porque quando é amor para valer, não dá para deixar a luta. E agora? É hora de acordar, não posso me atrasar...
Quando eu falava de essencial, eu não fazia noção do quanto.
domingo, 12 de setembro de 2010
Entre nós dois, as emoções são sempre diferentes, você sempre tem uma bela surpresa para colorir ainda mais o nosso relacionamento. Não importa o lugar em que eu esteja, você sempre está em meu pensamento, em casa atitude, em cada gesto, penso em nós dois, unidos por um único motivo, o Amor. Você tem uma presença constante em minha vida, e que contagia o meu coração. Ah, como é bom ter um ser especial ao meu lado e seguir juntos no mesmo caminho.
sábado, 11 de setembro de 2010
Um belo dia resolvi mudar
E fazer tudo o que eu queria fazer
Me libertei daquela vida vulgar
Que eu levava estando junto a você
E em tudo que eu faço
Existe um porquê
Eu sei que eu nasci
Sei que eu nasci pra saber
E fui andando sem pensar em voltar
E sem ligar pro que me aconteceu
Um belo dia vou lhe telefonar
Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro, uu
Eu sinto prazer
De ser quem eu sou
De estar onde estou
Agora só falta você, iê, iê
Agora só falta você, aaa...
Agora só falta você, iê, iê
Agora só falta você.
E fazer tudo o que eu queria fazer
Me libertei daquela vida vulgar
Que eu levava estando junto a você
E em tudo que eu faço
Existe um porquê
Eu sei que eu nasci
Sei que eu nasci pra saber
E fui andando sem pensar em voltar
E sem ligar pro que me aconteceu
Um belo dia vou lhe telefonar
Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro, uu
Eu sinto prazer
De ser quem eu sou
De estar onde estou
Agora só falta você, iê, iê
Agora só falta você, aaa...
Agora só falta você, iê, iê
Agora só falta você.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Sabe o que deveria fazer alguém feliz? O sorriso de uma criança, é mágico, é meigo, é verdadeiro, é inocente. A tristeza de um adulto, deveria ser motivo de desespero, de preucupação, de solidariedade, e não de comentários alheios, de pessoas influentes. A estupidez de algumas pessoas, deveria dar câncer, julgar os erros das pessoas deveria ser crime, perdão, deveria ser lei!
Ser justo, ser simpático, ser tolerante, sorrir para os vizinhos, dizer bom dia a faxineira, ficar um pouco com os cachorros, ter tempo para ouvir os amigos, proteger as pessoas quando possível, amar o próximo, querer o bem não importando a quem, fazer as coisas da forma mais precisa, desculpar, ser solidário, menos arrogante, menos estupido, menos masoquista, menos orgulhoso, menos cabeça dura, mudar de idéia, amar muito, honrar a palavra amizade, saber que mesmo quando estressado não se tem direito de descontar em ninguém, ser justo, ser simpático, ser tolerante(...)Dói? As pessoas preferem se acustumar a sofrer, do que dar o primeiro passo, a mudar! Que mundo é esse? Que pessoas são essas? Não é assim que funciona, ou é?
As coisas mudaram, e eu não consegui acompanhar, tanta sujeira, foi bom, fiquei de fora obervando as tolices que o ser humano insiste, persiste e comete.
Ser normal, ser você, não querer ser melhor, não querer ser quem você não é, não viver em função de agradar, deixar a vida te levar, não ter vergonha de ser feliz, nem de perguntar "você precisa de ajuda?", não ir além do que se deve, e se ir, com cuidado. Não fazer as coisas com intuito de machucar alguém, não trair, não achar que traição é só entre namorados, ficantes, marido e mulher, tudo isso, faz bem! Seja simples, seja feliz, seja gurreiro, seja, seja, seja (...)
Ouça conselhos, tente outra vez, seja melhor, seja você mesmo, não tente fugir, ame. Dê uma chance para você, uma chance para o amor, ouça as crianças, seja menos adulto as vezes, maduro quando precisar...
Vamos, ainda tem tempo. Isso está a mercê daquilo
Ser justo, ser simpático, ser tolerante, sorrir para os vizinhos, dizer bom dia a faxineira, ficar um pouco com os cachorros, ter tempo para ouvir os amigos, proteger as pessoas quando possível, amar o próximo, querer o bem não importando a quem, fazer as coisas da forma mais precisa, desculpar, ser solidário, menos arrogante, menos estupido, menos masoquista, menos orgulhoso, menos cabeça dura, mudar de idéia, amar muito, honrar a palavra amizade, saber que mesmo quando estressado não se tem direito de descontar em ninguém, ser justo, ser simpático, ser tolerante(...)Dói? As pessoas preferem se acustumar a sofrer, do que dar o primeiro passo, a mudar! Que mundo é esse? Que pessoas são essas? Não é assim que funciona, ou é?
As coisas mudaram, e eu não consegui acompanhar, tanta sujeira, foi bom, fiquei de fora obervando as tolices que o ser humano insiste, persiste e comete.
Ser normal, ser você, não querer ser melhor, não querer ser quem você não é, não viver em função de agradar, deixar a vida te levar, não ter vergonha de ser feliz, nem de perguntar "você precisa de ajuda?", não ir além do que se deve, e se ir, com cuidado. Não fazer as coisas com intuito de machucar alguém, não trair, não achar que traição é só entre namorados, ficantes, marido e mulher, tudo isso, faz bem! Seja simples, seja feliz, seja gurreiro, seja, seja, seja (...)
Ouça conselhos, tente outra vez, seja melhor, seja você mesmo, não tente fugir, ame. Dê uma chance para você, uma chance para o amor, ouça as crianças, seja menos adulto as vezes, maduro quando precisar...
Vamos, ainda tem tempo. Isso está a mercê daquilo
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Me chamo Eduardo, namorei por três anos. Quando conheci a Paula , ambos tinhamos 17 anos. Nos três primeiros meses era mil maravilhas. Nossa! Depois se tornou um inferno. Ela era muito ciumenta, começou a dar escândalos. Brigava por motivo fúteis. O problema era que eu amava muito ela. Fazia de tudo por ela, achando que um dia tudo iria mudar. Terminamos e voltamos por várias vezes. Chegou um ponto que brigavamos por qualquer motivo. Decidimos realmente que não iria mais dar certo e terminamos definitivamente. Eu fiquei muito mal em casa , não tinha vontade de sair , não conseguia dormir. Passou sete dias, não aguentei e liguei para a casa dela. No meio da conversa ela falou que tinha saído com um cara e tinha ficado com ele , para me esquecer. Nunca irei esquecer aquele momento ao telefone. Parecia que alguém tinha colocado uma faca no meu coração, contive as lágrimas ao telefone e mantive a voz, serena, falei que não tinha problema e que nunca mais iria procurar ela. Desliguei o telefone e me dirigi ao quarto parecia que mais nada nesta vida tinha sentido, não consegui dormir naquela noite. Os dias foram passando e a dor só piorando. Meu rendimento no trabalho caiu muito, eu não me importava com mais nada. Ao chegar em casa tinha vontade de ligar, meu orgulho não deixava. Quando ia dormir rezava muito para eu esquecer aquele amor que só me dava tristeza. Não adiantava. Os quinze primeiros dias foram terrivéis. Mas depois o coração foi se adaptando. Consegui deixar as emoções de lado e comecei a pensar nos fatos, fui assimilando melhor e tudo foi passando. Até voltar ao nomral, Claro, quem as vezes não tem recaída de pensamentos pela ex? Isso é normal. Depois de três meses, adivinha quem me liga?! Era ela! Meu coração bateu mais forte, tinha sido pego de surpresa, passou mil coisas na cabeça em frações de segundos. Tive vontade de chorar e rir ao mesmo tempo. Voltei a realidade, sem nenhuma empolgação, minha voz ficou serena, conversei normalmente mais nada de intimidades , estava sendo seco. Em um certo momento ela pede para conversar comigo pessoalmente, porque ainda me amava. Meus olhos encheram de lágrimas, meu coração sabia que eu iria sofrer então do nada comecei a cantar a seguinte música: " Cuide bem do seu amor , seja quem for.." Ela começou a chorar no telefone. comecei a chorar também , mais continuei cantando e escutando ela suplicando e pedindo para voltar , pois ela sabia que tinha errado muito e que tinha perdido a pessoa que mais valorizava ela. Meu coração não teve outra saída a não ser desligar o telefone na cara dela. Decidi então naquele mesmo dia..tirar umas férias. Dois dias depois estava na praia sozinho sentado na areia e olhando as ondas. Era um final de tarde, aquilo tudo era tão bom estava me sentindo muito bem. Quando toca o celular era minha mãe dizendo que minha ex tinha sido encontrada morta, suícidio. Ao lado dela foi encontrado uma carta onde dizia: Pai e mãe, eu amo muito vocês, não fiquem triste por mim, pois a vida não tem mais sentido. Eu tive a pessoa mais importante no mundo nas minhas mãos e deixei escapar. Eu amo muito o Dudu e amarei eternamente, sei que ele não me quer mais. Calma mamãe, calma papai, não fiquem bravos com ele. Eu sou a culpada eu tratava ele como se fosse um qualquer. Quando terminamos descobri que ele era tudo pra mim.Tenho um recado e quero que vocês passem para todos os jovens desse mundo.
Cuide bem do seu amor, seja quem for.
(autor desconhecido)
Cuide bem do seu amor, seja quem for.
(autor desconhecido)
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Existem coisas que hora ou outra cansam, você enjoa de ouvir reclamações, críticas, gritos, enjoa de discussões, falsidade, e definitivamente, seus planos, devaneios e sua felicidade vão ecoando, por ruas e avenidas. Não é bom saber que isso aconteceu comigo a pouco. Uma sensação ruim vem me predominando, não de tristeza, confesso que a felicidade tem me encontrado geralmente, mas sim, uma dor, uma preocupação, um arrepio frio, uma vontade de ser feliz longe daqui.
Alguns motivos me prendem a este lugar, deposito aqui todas as minhas angústias, os meus anseios, minhas loucuras, meu ódio, transformo tudo em palavra, cada ínfima tentativa frustrada, vira frase ao em vez de lágrima, cada lágrima vira sorriso, e é assim que eu vou vivendo.
Eu não gosto do clichê, e aprendi quando tenho que ficar quieta, o diálogo pode resolver tudo, mas tem hora para conversar, as vezes me perco em uns pensamentos, e noto que passei muito tempo pensando em ajudar os outros, absorvendo os problemas deles, e esquecendo os meus, por um segundo, ví que antes de ajudar alguém, a gente deve perguntar para nós mesmos "Eu preciso de ajuda?" se sim, então antes, irei ajudar a mim mesmo(a), isso não é egoísmo, é deixar de omitir para sí o que você vem sentindo, quando não temos forças para lidar com a nossa própria vida, é muito difícil colaborar com algo na de alguém. Vez ou outra alguém que amamos se encontra em uma situação desagradável, complicada, e infelizmente por mais que nossa vontade seja ajudar, existem ocasiões onde tentar ajudar só piora, tem dias que só precisamos ficar em paz, sozinhos, sem ouvir vozes, reclamações, gargalhadas, portanto, hoje o que tenho a pedir é, silêncio.
"Mas eu sei que devo seguir em frente, embora doa eu devo ser forte, porque dentro de mim, eu sei que muitos sentem-se desse jeito.." (Creed - Dont Stop Dancing ♪)
Alguns motivos me prendem a este lugar, deposito aqui todas as minhas angústias, os meus anseios, minhas loucuras, meu ódio, transformo tudo em palavra, cada ínfima tentativa frustrada, vira frase ao em vez de lágrima, cada lágrima vira sorriso, e é assim que eu vou vivendo.
Eu não gosto do clichê, e aprendi quando tenho que ficar quieta, o diálogo pode resolver tudo, mas tem hora para conversar, as vezes me perco em uns pensamentos, e noto que passei muito tempo pensando em ajudar os outros, absorvendo os problemas deles, e esquecendo os meus, por um segundo, ví que antes de ajudar alguém, a gente deve perguntar para nós mesmos "Eu preciso de ajuda?" se sim, então antes, irei ajudar a mim mesmo(a), isso não é egoísmo, é deixar de omitir para sí o que você vem sentindo, quando não temos forças para lidar com a nossa própria vida, é muito difícil colaborar com algo na de alguém. Vez ou outra alguém que amamos se encontra em uma situação desagradável, complicada, e infelizmente por mais que nossa vontade seja ajudar, existem ocasiões onde tentar ajudar só piora, tem dias que só precisamos ficar em paz, sozinhos, sem ouvir vozes, reclamações, gargalhadas, portanto, hoje o que tenho a pedir é, silêncio.
"Mas eu sei que devo seguir em frente, embora doa eu devo ser forte, porque dentro de mim, eu sei que muitos sentem-se desse jeito.." (Creed - Dont Stop Dancing ♪)
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Eu ainda me lembro daqueles planos, que vastos, se espalharam por ruas e avenidas, dos planos, da escolha das cores para as paredes de uma futura casa, do nome para o futuro filho, ainda me lembro de cada detalhe, que sem ser consolidado, se perdeu, me lembro muito bem, das conversas, apelidos, discussões, quantas vezes eu esqueci? Guardei no fundo da memória, para dizer, EU NEM ME LEMBRO MAIS, quantas vezes atropelamos as barreiras da amizade, do amor, e partimos para insegurança?
Ainda me lembro muito bem, de você imitando meu sotaque, perguntando o que eu comi, com quem andei, para onde fui, me lembro dos conselhos para vida e até mesmo para o colégio, eu já era acostumada a te ter disponível sempre que eu precisava, meu destino, meu futuro, tudo isso? Eu tinha te entregado.
Me lembro que em um dia 31 de algum mês te conheci, me lembro a roupa que eu usava, as palavras que eu usei, ah, faz pouco tempo. Me pergunto de onde vem essa apatia, que a princípio, nunca foi presente em nós.
O tempo que agora decorre, deixa lágrimas, tristeza, e até nostalgia, os momentos sempre excepcionais, e com toda a discrição perdida, estes também se perderam, não sei ao certo em qual dimensão, mas sei que se perderam.
Fica por aqui, um silêncio, uma ausência, uma dor.
Um silêncio que não vem de agora, ele já estava presente, quando você ouvia a minha respiração, e tentava descobrir o que eu sentia, sabia que de você eu esperava palavras que me confortassem, mas assim não foi, e por vezes meu coração acelerou, bateu tão rápido, que daí, você sentiria o meu pulsar, aquele silêncio de fato, não me incomodava, porque eu sabia que estava tudo ali, e mesmo que em silencio, eu conseguia entrar em sua mente (...)
Agora que este me incomoda, não consigo quebrá-lo, este silêncio ficou persistente, consigo até compreender que aconteceu com o dialogo, porém não consigo entender que você partiu, com a intenção de nunca mais voltar.
Sua ausência, nunca foi algo tomado como possível em minha vida, os ponteiros do relógio, continuam a andar, o tempo vai passando, e o silêncio e ausência, ainda por si, permanecem.
E por mais que e tente por na minha cabeça, que tudo isso são coisas imaginárias, que a pessoa que eu conheci, em qualquer circunstância não me deixaria, que esquecer era a solução, é impossível, me dói cada partícula de sentimento, que venho nutrindo por ti, dói muito, e sempre.
Preciso de ti para me ver completa, preciso de ti para ser eu, esqueci de como era quando, eu era apenas eu, me lembro exatamente dos passos dados, pelo tempo em que você, era a melhor parte de mim,mas mesmo assim, preciso muito de mim mesma, a cada segundo, não digo que ando infeliz, com algo que rasga a todo tempo por dentro, mas digo que algo falta, que cada parte de mim, é importante.
Talvez não serão palavras bem ou mal colocadas, que vão te fazer pensar melhor, você com essa mania de opinião formada, "ninguém muda, ninguém manda, ninguém, ninguém" ainda há de entender. Ainda assim, por ai, estou vagando, entre ruas e avenidas, juntamente com as lembranças. O que resta? Resta a esperança. Esperança, nunca sentida, que faz questão de não partir. Cada ínfima tentativa de um mero contato, já é muito, o pouco para mim não é bobagem, por menor que seja, é um indício, quando se ama, tudo é importante.
"e fizesse parar de chover, nos primeiros erros (8
Ainda me lembro muito bem, de você imitando meu sotaque, perguntando o que eu comi, com quem andei, para onde fui, me lembro dos conselhos para vida e até mesmo para o colégio, eu já era acostumada a te ter disponível sempre que eu precisava, meu destino, meu futuro, tudo isso? Eu tinha te entregado.
Me lembro que em um dia 31 de algum mês te conheci, me lembro a roupa que eu usava, as palavras que eu usei, ah, faz pouco tempo. Me pergunto de onde vem essa apatia, que a princípio, nunca foi presente em nós.
O tempo que agora decorre, deixa lágrimas, tristeza, e até nostalgia, os momentos sempre excepcionais, e com toda a discrição perdida, estes também se perderam, não sei ao certo em qual dimensão, mas sei que se perderam.
Fica por aqui, um silêncio, uma ausência, uma dor.
Um silêncio que não vem de agora, ele já estava presente, quando você ouvia a minha respiração, e tentava descobrir o que eu sentia, sabia que de você eu esperava palavras que me confortassem, mas assim não foi, e por vezes meu coração acelerou, bateu tão rápido, que daí, você sentiria o meu pulsar, aquele silêncio de fato, não me incomodava, porque eu sabia que estava tudo ali, e mesmo que em silencio, eu conseguia entrar em sua mente (...)
Agora que este me incomoda, não consigo quebrá-lo, este silêncio ficou persistente, consigo até compreender que aconteceu com o dialogo, porém não consigo entender que você partiu, com a intenção de nunca mais voltar.
Sua ausência, nunca foi algo tomado como possível em minha vida, os ponteiros do relógio, continuam a andar, o tempo vai passando, e o silêncio e ausência, ainda por si, permanecem.
E por mais que e tente por na minha cabeça, que tudo isso são coisas imaginárias, que a pessoa que eu conheci, em qualquer circunstância não me deixaria, que esquecer era a solução, é impossível, me dói cada partícula de sentimento, que venho nutrindo por ti, dói muito, e sempre.
Preciso de ti para me ver completa, preciso de ti para ser eu, esqueci de como era quando, eu era apenas eu, me lembro exatamente dos passos dados, pelo tempo em que você, era a melhor parte de mim,mas mesmo assim, preciso muito de mim mesma, a cada segundo, não digo que ando infeliz, com algo que rasga a todo tempo por dentro, mas digo que algo falta, que cada parte de mim, é importante.
Talvez não serão palavras bem ou mal colocadas, que vão te fazer pensar melhor, você com essa mania de opinião formada, "ninguém muda, ninguém manda, ninguém, ninguém" ainda há de entender. Ainda assim, por ai, estou vagando, entre ruas e avenidas, juntamente com as lembranças. O que resta? Resta a esperança. Esperança, nunca sentida, que faz questão de não partir. Cada ínfima tentativa de um mero contato, já é muito, o pouco para mim não é bobagem, por menor que seja, é um indício, quando se ama, tudo é importante.
"e fizesse parar de chover, nos primeiros erros (8
domingo, 5 de setembro de 2010
Qual foi a última coisa que te fez gritar de alegria e te deixou quase bêbado(a) de felicidade, quase louco(a), que te tirou os pés do chão e te fez correr em círculos sem motivo? Qual foi mesmo MESMO a última coisa que, de tão feliz que era não soube descrever, que quase te fez chorar e te deu um aperto no peito mas ao contrário, de tão boa?
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Eu não sei fazer as coisas certas. Meu travesseiro sempre vence, eu sempre fujo dos exercícios de manhã. As vezes eu me sinto muito incompetente por não saber cozinhar, e sempre fazer as coisas de uma maneira que todo mundo reclama. Eu queria ser uma nerd filhadaputa que passa o dia estudando, e sente remorso ao passar um dia com o namorado. Odeio decepcionar os outros, odeio fazer papel de chata, odeio quando gritam comigo. eu falo demais, eu falo de menos. Eu queria ter menos ciúmes, a minha insegurança é alimentada sete vezes por dia, a minha força de vontade e o meu ego morreram de fome. os meus amigos são tudo na minha vida e eu gosto de achar as nuvens bonitas. Eu gosto de beijos roubados, e surpresas. queria me sentir tão amada 24 hs por dia, e nunca duvidar de ninguém, principalmente dos meus amigos. Eu lembro de um abraço, e de uma música de melhores amigas. Eu gosto de mergulhar de cabeça nas coisas, mas nunca tive a oportunidade disso acontecer e não se misturar com sofrimento. Eu não gosto de ter que controlar sentimentos. Mentiras sinceras não me interresam mais. Eu não gosto que me esqueçam. Eu queria ser mais sincera e engolir menos coisas a seco. Eu choro por nada, e por tudo ao mesmo tempo e eu quase nunca sei explicar o motivo das lágrimas. O meu coração sempre fala mais alto que a minha razão. Aliás, MUITO mais alto.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Tentava dormir mas me lembrava de nós.
Todos os gritos e as loucuras cometidas durante aquela noite de verão, estávamos quase no dia onze de julho e as lembranças pareciam do dia anterior.
Doeu demais saber que você precisou ir e nem me deu um argumento melhor do que 'a gente precisa disso para mais cedo ou mais tarde sorrir.'
Passaram alguns dias e você voltou aqui, violão na mão, música na cabeça, nada afinado, nada coerente, lágrimas no olhar com toda certeza apaixonado.
Eu queria lhe dizer que minha vida mudou, hoje eu já tinha outros planos, outro amor, essa coisa toda de quem quer ser difícil quando na verdade a vontade é abraçar, beijar e dizer eu aceito antes que lhe digam: - 'Volte?'.
Ainda assim, esperei você concretizar não fiz nada além de cantar contigo o refrão "me abraça, me aceita, me aceita assim, meu amor...♪" Você colocou de lado o instrumento e questionou: -'Aceita?'
Eu com o coração na mão, intrigada, questionei também: -'por que foi? Por que voltou?'. Você permaneceu em silêncio, eu senti amor naquilo. Me abraçou, choramos e isso bastou, porque quando é amor, basta. Qualquer demonstração leve de carinho, vale por um mundo inteiro.
Todos os gritos e as loucuras cometidas durante aquela noite de verão, estávamos quase no dia onze de julho e as lembranças pareciam do dia anterior.
Doeu demais saber que você precisou ir e nem me deu um argumento melhor do que 'a gente precisa disso para mais cedo ou mais tarde sorrir.'
Passaram alguns dias e você voltou aqui, violão na mão, música na cabeça, nada afinado, nada coerente, lágrimas no olhar com toda certeza apaixonado.
Eu queria lhe dizer que minha vida mudou, hoje eu já tinha outros planos, outro amor, essa coisa toda de quem quer ser difícil quando na verdade a vontade é abraçar, beijar e dizer eu aceito antes que lhe digam: - 'Volte?'.
Ainda assim, esperei você concretizar não fiz nada além de cantar contigo o refrão "me abraça, me aceita, me aceita assim, meu amor...♪" Você colocou de lado o instrumento e questionou: -'Aceita?'
Eu com o coração na mão, intrigada, questionei também: -'por que foi? Por que voltou?'. Você permaneceu em silêncio, eu senti amor naquilo. Me abraçou, choramos e isso bastou, porque quando é amor, basta. Qualquer demonstração leve de carinho, vale por um mundo inteiro.
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