Recordar é viver, já diz a antiga e velha frase clichê.
Quando recordamos trazemos para nós aquele momento vivido. Uma sensação de conforto, segurança, que quando é um momento feliz, pode até se espelhar na lágrima que escorre enquanto se lembra. E quando esse momento lembrado deveria ser um momento esquecido? Não se manda na mente, nem no coração. Onde mandamos então? Será que somos escravos, que vivemos e seguimos cada pensamento e sentimento que temos? Na verdade nossa única força contra eles é o livre arbítrio para poder seguir a risca, sem temores, sem medos, sem timides. Podemos escolher se queremos viver pensando, ou queremos viver sentindo, somos somente escravos de nós mesmos, de nossos próprios medos. Você poder ter controle sobre o que quiser, pode se achar forte o tempo todo. Sua mente te pedirá isso, e você obedecerá. Ninguém atingirá a perfeição, mais poder chegar próximo, tenho como não ser de mal algum a alguém. Só sei que vou poder olhar no espelho, e dizer: Ei, eu conheço você. Por fim, olhe em meus olhos, e me diz o que vê, se acasso conseguir.
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